Rio de Janeiro: Ed. Difel
Michel Haar é doutorado em Filosofia, tendo colaborado com o CNRS e lecionado na Sorbonne. Ensina Filosofia Contemporânea e Estética na Universidade de Paris.
Para analisar o significado pleno da Obra de Arte, Michel Haar escreveu o ensaio. Analisa a visão de arte nas concepções de Aristóteles, Hegel, Diderot, Kant, Nietzche, Heidegger e Merllav-Ponty. Pós Heidegger, a Filosofia aprendeu a respeitar a autonomia das obras, a não reduzi-las, quer ao prazer que nos dão, quer a um conteúdo ideológico ou simplesmente "cultural".
A Obra de Arte é, antes de mais nada, um corpo auto-referenciado, uma junção insubstituível e sutil, composta, segundo a vocação de cada arte, de pedra ou de cores, de sonoridades musicais ou verbais.
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